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Substantivo (Em construção)

- Sub-designações
- Flexão: Gênero
- Graus do substantivo: Aumentativo e diminutivo
- Flexão: Plural
"As duas funções básicas da linguagem são: simbolizar o universo de nossas experiências e comunicar essas experiências por meio de signos. O procedimento simbolizador mais evidente, tão característico da fase de aquisição da língua pela criança, é o de dar nomes (designação). Este procedimento permite que dividamos a totalidade de nosso conhecimento do mundo em parcelas ou conceitos que objetivamos através de nomes. Para dar nomes valemo-nos de substantivos: casa, céu, ar, borboleta, penúria maluquice, estrela, cascata, esquimó, rapidez, noite, arrebol, sombra, curiosidade, vento, fantasma, dilúvio. Um substantivo é apenas a expressão de um conceito ou denominador comum a um conjunto infinito de objetos que fazem parte da nossa experiência da realidade. Nesse sentido, os nomes de ações e processos - correr, inventar, chorar, esquecer,anoitecer - são substantivos tanto quanto borboleta, sombra e rapidez." (Azevedo: 2010, p. 74, Azeredo)

ALAB: Polêmica em relação a erros gramaticais em livro didático de Língua Portuguesa revela incompreensão da imprensa e população sobre a atuação do estudioso da linguagem.

ALAB - Associação de Linguística Aplicada do Brasil
A divulgação da lista de obras aprovadas pelo Programa Nacional de Livros Didáticos (PNLD) para o ensino da língua portuguesa na Educação de Jovens e Adultos (EJA) provocou verdadeira celeuma na imprensa e comunidade acadêmica sobre a aprovação de obras com “erros” de língua portuguesa.

Folha: Norma culta e ensino da língua: cizânia desnecessária

THAÍS NICOLETI DE CAMARGO - (20/05/2011)
É conhecida a dica de etiqueta segundo a qual se deve evitar discutir política e religião em jantares sociais. O motivo é que as convicções pessoais de cada um dividem o grupo em vez de uni-lo, nada mais inadequado quando o objetivo é confraternizar.

JovemPanOnline: Brasil - Ministro da Educação que ensina ignorância [Opinião Leiga]

Poeta: Brasil - Ministro da Educação que ensina ignorância
O senhor ministro da Educação, Fernando Haddad, autorizou que se distribuísse para mais de quatro mil escolas do ensino fundamental e médio um livro que defende erros na Língua Portuguesa. Assim, o Brasil chega ao máximo de sua mediocridade. Somos um país que tem Ministério da Educação que ensina ignorância. Cabe aquela velha pergunta que nos pertence: “Afinal, que país é este?”. Temos um ministro da Educação que defende a deseducação. O ministro da Educação, para completar sua obra, deveria promover uma queima nacional de livros de grandes autores da Língua Portuguesa. E deveria fazer um grande discurso enaltecendo a mediocridade do país. O jornalista e poeta Álvaro Alves de Faria comenta. Para maís vídeos acesse: http://jovempan.uol.com.br/

Chamada para publicação: EntreLetras (UFT)

A revista EntreLetras é um periódico semestral do Programa de Pós-Graduação em Letras – PPGL da Universidade Federal do Tocantins – UFT, cujo principal objetivo consiste na divulgação de trabalhos nas áreas de Linguística, Linguística Aplicada e Ensino e Aprendizagem de Línguas e Literaturas, os quais deverão ser submetidos, em formato de artigo, ensaio ou resenha, ao crivo da Comissão e do Conselho Editorial.

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